Dólar dispara e Banco Central amplia ações; Argentina faz acordo de US$ 50 bi com FMI. Jornais de sexta (8)

Os jornais comentam a subida do dólar no país e mostram as ações do Banco Central para frear a disparada da moeda norte-americana. O Globo destaca que, nesta quinta-feira (8), o dólar fechou a R$ 3,925, mesmo depois de o Banco Central despejar US$ 2,75 bilhões para tentar segurar o câmbio.

Segundo o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, o governo vai usar o valor que for necessário para resistir a um choque externo. Goldfajn também negou que haverá uma reunião extraordinária do Copom para elevar juros. “Com dólar perto de R$ 4, BC promete ampliar ação”, informa a manchete do Globo.

O Estado de S.Paulo também dá destaque à disparada do dólar e afirma que o cenário econômico conturbado no Brasil e no exterior, além do cenário político incerto, geraram um dia de estresse para o mercado financeiro nesta quinta (8).

O matutino enfatiza que, em casas de câmbio, o dólar chegou a ser negociado a R$ 4,30 para turistas. Segundo o Estadão, o Banco Central vai oferecer US$ 20 bilhões ao mercado até o fim da próxima semana para tentar reverter a situação. “Dólar dispara com medo político; BC promete agir”, aponta o título principal do Estadão.

A Folha de S.Paulo explica que o BC vai vender US$ 20 bilhões em contratos de swap, que podem proteger a alta do dólar e segurar a moeda.

O matutino afirma que o dólar tem subido por questões internas e externas e mostra que Goldfajn está disposto a superar os valores recordes das crises de 2015 e 2016 para conter a atual disparada. “BC vai gastar mais recursos contra a disparada do dólar”, sublinha a manchete da Folha.

Também em crise, o governo da Argentina fez acordo com o Fundo Monetário Internacional de US$ 50 bilhões de dólares por três anos. É o maior empréstimo negociado pelo país com o FMI. Argentina terá de cumprir objetivos, como baixar a inflação para 17% em 2019, 13% em 2020 e 9% em 2021.

Na primeira página, O Globo mostra que o governo brasileiro cedeu novamente aos pedidos dos caminhoneiros e desistiu da redução de 20% na tabela de frente anunciada ontem.

A revogação da portaria que reduzia as taxas e a incerteza no cenário criado pelo governo fez com que exportadores de soja, cereais e café suspendessem os despachos de cargas.

O Estadão dá destaque ao assunto na primeira página e explica que os caminhoneiros reclamam da exclusão do tabelamento dos veículos que precisam de Autorização Especial de Tráfego.

Os jornais também repercutem a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que atendeu a pedido da presidenciável Marina Silva (Rede) e ordenou que o Facebook apagasse posts que acusavam a ex-senadora de estar envolvida na operação Lava Jato. É a primeira decisão do tipo nas eleições deste ano.

Fonte: G1

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