Promessa da divisão de base deixa Vitória; clube culpa empresário

Sem vínculo desde 10 de abril, defensor agora pertence fechou com a Jacuipense

Promessa da base do Vitória, o zagueiro Carlos deixou o clube e assinou com a Jacuipense. Isso porque o Leão não exerceu o direito de oferecer o primeiro contrato profissional para o atleta, estipulado pela Lei Pelé. Com isso, o vínculo do defensor com o Rubro-negro foi encerrado no último dia 10 de abril.

De acordo com o empresário Luciano Cortizo, o Vitória tinha pendências referentes à valores de outros atletas que atuaram pelo clube e não foram repassados para a Jacuipense.

Em nota divulgada na manhã desta terça-feira (16), a diretoria do Leão afirmou que foi surpreendida pela decisão do empresário e que ofereceu uma proposta compatível com a atual condição do atleta, porém não foi aceita.

“A Instituição foi surpreendida quando a renovação do contrato do atleta Carlos Eduardo foi definitivamente vinculada à aceitação da cessão dos direitos econômicos de vários outros atletas, vinculação esta, completamente descabida, face à independência das matérias”. E completou. “Vitória apresentou uma proposta de renovação, compatível com as atuais condições do atleta, mas, infelizmente, seus empresários mantiveram a premissa de só renovar o contrato do atleta, se o Clube reconhecesse os direitos econômicos dos mesmos sobre vários outros atletas”, afirmou.

Nas categorias de base do Vitória desd

Nota Oficial divulgada pelo Vitória 

As negociações para renovação do contrato do atleta Carlos Eduardo estavam se desenvolvendo desde o ano passado, fundamentadas nas boas relações históricas dos seus empresários e o Esporte Clube Vitória.

No entanto, mesmo sem documentos comprobatórios, tais empresários sempre reivindicaram, ao longo das negociações, que o clube reconhecesse os direitos econômicos dos mesmos sobre vários atletas atualmente com vínculos contratuais com o clube.

Pautado em um princípio de transparência e responsabilidade, o Esporte Clube Vitória encaminhou ao Conselho Fiscal da entidade o pleito, no sentido de que, após aberto um procedimento administrativo interno, pudesse este Conselho Fiscal se manifestar sobre o tema, após realizar as devidas apurações dos fatos.

Cabe ressaltar que este problema vem atravessando diversas gestões devido à sua complexidade e não poderia ser resolvido sem que uma apurada investigação fosse realizada, como encaminhada pela atual gestão do Esporte Clube Vitória.

As negociações se estenderam para o presente ano na confiança de que as partes envolvidas encontrassem um caminho de resolução desses problemas, no entanto, a Instituição foi surpreendida quando a renovação do contrato do atleta Carlos Eduardo foi definitivamente vinculada à aceitação da cessão dos direitos econômicos de vários outros atletas, vinculação esta, completamente descabida, face à independência das matérias.

No final do ano passado, o atleta Carlos Eduardo sofreu uma grave lesão, obrigando-o a uma cirurgia no joelho que exige um longo período de tratamento e recuperação para assegurar ao mesmo a plena reabilitação e as condições fisiológicas necessárias para o exercício pleno das suas atividades profissionais.

Apesar de termos tido o direito de entrar na Federação Bahiana de Futebol com o exercício de prioridade de renovação, como outrora fizemos com o atleta Gabriel Souza, não o fizemos, primeiro por não termos a segurança de que o atleta, após o período de recuperação, voltaria a desempenhar as suas atividades com a mesma performance e por outra, por confiar no bom senso de seus empresários de que o atleta precisaria concluir o seu tratamento com a equipe médica do Esporte Clube Vitória que detém o controle absoluto do seu processo de recuperação e, por isso, necessitaria renovar seu contrato, visto que o seu tratamento se estenderá por no mínimo mais três meses.

O Esporte Clube Vitória apresentou uma proposta de renovação, compatível com as atuais condições do atleta, mas, infelizmente, seus empresários mantiveram a premissa de só renovar o contrato do atleta, se o Clube reconhecesse os direitos econômicos dos mesmos sobre vários outros atletas, tema este que se encontra em processo interno de análise e que demandará tempo e esforços para sua conclusão.

Finalmente, acreditamos que o bom senso prevalecerá e que o atleta terá o seu vínculo renovado com o Esporte Clube Vitória, e que seu tratamento será continuado com a competente equipe de médicos e fisiologistas do clube, que irá assegurar a sua completa recuperação.

Quanto à dispensa de atletas dos referidos empresários, o Esporte Clube Vitória tão somente suspendeu o período de avaliação dos mesmos até que este problema seja resolvido.

FONTE: Varela Notícias

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